Retrogeek Podcast #69 – Hentai

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Chegamos ao episódio 69, um número polêmico, e não poderíamos deixar passar despercebido. Nesse podcast nos reunimos com a Natalia Schillreff do NatiPapo e TambaCast, pra comentar todas as curiosidades sobre o tão controverso gênero de animes e mangás, o Hentai!

Participantes do episódio:
Caio Hansen, Sidão, JP Moraes, e Natalia Schillreff.

Ouça também: Retrogeek Podcast #35 – A História dos Animes no Brasil

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Arte da vitrine: Caio Hansen
Edição: JP Moraes

 

Um agradecimento aos nossos retropadrinhos:
Elieverson Santos
Lionel Novaes de Freitas
Anderson da Rosa
Rafael Ramalli Da Silva
Diego Ferreira
Tiago Reis
Paulo Roberto da Silva Santos
Caio Vinícius Ney

 


Deixe seu comentário

  • Lionel Novaes de Freitas

    Fala Retro Fapeadores. Hentai? Nunca vi, nem ouvi falar rs. Mais um excelente episódio, onde o convidado (a) acrescentou demais. Minha experiência com hentais foi rápida (hehe), aos 15 anos e curtindo demais animes (hoje eu só vejo os mainstream), sempre tive curiosidade de ver como era e na época a internet discada não permitia fácil acesso igual hoje. Até um belo dia chegar na banca e ver uma revista embalada com um VHS suspeito na prateleira debaixo, junto das revistas normais de quadrinhos americanos e infantis. Certamente o dono da banca achou que era um desenho comum (na capa eram 3 detetives, estilo “3 espiãs demais” e não levantava maiores suspeitas, apesar do titulo enorme da revista ser alguma coisa Hentai). Comprei por uns R$ 9,90, cheguei em casa e me traumatizei pra sempre com tentáculos e um monstro com pintos na testa. Fora a tristeza de ter descoberto os gostos peculiares dos japoneses. O desanimo foi tanto que do jeito que tirei do video-cassete guardei e anos depois ainda paguei um micão com a minha esposa (na época namorada) encontrando o hentai na minha pilha de filmes e tendo de encarar aquele “olhar que tudo julga”.
    Thunder fapeiro hooooooooooo

  • Auridian

    Gostei do episódio, a participante acrescentou bastante. Eu organizava eventos de anime em minha cidade natal, larguei com o fortalecimento dessa galera otaku (que acho que ficou bizarra pós o anime Naruto). A Natalia falou que não sabia a respeito de “hentais” envolvendo (mulher adulta)x(menino/adolescente sexo masculino), existe, é chamado de Straight Shota — e tem bons artistas que poderiam estar fazendo qualquer coisa. Procurem o artista Oda Non, o cara é fera.

    Bible Black tem uma estória bacana (a visual novel principalmente), mas é muito pesado (em todos os sentidos). Um anime hentai que recomendo é Mezzo Forte.

  • Estou sem fones de ouvido como faz pra ouvir? Tem que baixar o volume ate ficar quase no “Mute” 😛

    Eu lembro do meu primeiro trauma com o Hentai, eu tinha acabado de descobrir o famigerado Cine Band Privé, na verdade acho que conheci primeiro o Cine Sinistro e por ventura o Privé. E quando começou eu não entendia muito bem o que tava acontecendo, eu acho que já tinha visto o Akira e possa ser que eu fiquei vendo por achar que seria algo parecido, mas meus amigos nada no mundo era igual, ate o momento, ao A Lenda do Demônio, eu lembro de ficar atordoado com o que eu tava vendo: violência, mutilações e sexo com demônios. Aquela madrugada foi muito louca, entendam como quiserem.

    Depois de muitos anos, já com acesso a internet eu fui buscar o que danado tinha sido aquilo que eu tinha assistido, então descobri que as coisas eram piores do que eu imaginava, hahahahae

    PS1.: Se forem fazer um cast sobre Cine Band Privé é quase que obrigatório fazer sobre o Cine Sinistro.
    PS2.: Esse cast era pra ter uma parte dois, já que com apenas um não dá pra fazer o 69… ( ͡° ͜ʖ ͡°)
    PS3.: E nunca, já mais assistam Bible Black, a não ser que você já seja desprovido de alma e vida :V

  • Robinh_u

    Olá Retrogeeks que demoravam no banho..kkkkkk… parabéns mais uma vez pelo cast, esse episódio “temático”, me fez recordar do único Hentai que assisti em minha vida, A lenda do demônio, que claro passava na Band.
    Tenho que confessar que não tive maturidade suficiente, para ouvir o cast sem ficar fazendo piadinhas, de duplo sentido, dentro da minha cabeça e ficar rindo deixando todos no meu trabalho sem entender oque estava acontecendo.

    Até o próximo episódio.

    Valeu

    PS.

    Quero só ver quantos compartilhamentos no facebook esse episódio terá…kkk

  • Adilson Cts

    E aí amigos, como estão as mãos de vocês?
    Eu conheci o Hentai assim que virei um otaku, quando tinha 15 anos. A primeira coisa que lembro de ter visto foi A Lenda do Demônio na Band. Fiquei enfeitiçado e passei a colecionar revistas como a Hanime e mangás como Hentai X. Consumi muito (entenda como quiser) esse tipo de material por quase um ano junto com outros tipos de revistas eróticas. Sim amigos, a puberdade tinha me pegado de jeito e percebi que estava começando a passar dos limites. Foi quando passei a frequentar uma igreja evangélica e, por consequência, juntei minhas coleções em um saco e joguei em um matagal perto de casa! Depois de alguns meses eu parei de fraquentar a igreja e me arrependi profundamente de ter me livrado das minhas revistas. Depois disso eu cabei ficando mais moderado e passei a apreciar o Hentai cada vez menos, preferindo materiais mais convencionais.
    Eu fiquei impressionado com as informações e curiosidades desse episódio. Acho que foi bom minha campanha para um programa sobre o Cine Privê ter falhado. Por outro lado, vocês não puderam aproveitar a vitrine que eu fiz com a Emanuele…
    Obrigado pela companhia, apesar de ter ficado difícil desenhar com a mãe esquerda.

  • Edson Amaru

    Olá amigos retrogeeks como estão?

    Para o episódio 69 eu esperaria tudo menos Hentai, foi uma surpresa e tanto, porém baixar o episódio pelo Wecast e ver uma duração de 40 e poucos minutos me assustou, para um episódio especial achei bem curto com informações relevantes, porém achei que deveria estar mais completo em algum quesitos, mas talvez pelo fato de ser um assunto delicado.

    Conheci hentai através Dojinshi da Android #18 (Dragon Ball) e desde então consumi alguns materiais na adolescência, foi através dessa busca por material via web que me deparei com as coisas mais bizarras possíveis. O fato de 90% dos mangás terem incesto, estupro e monstros de tentáculos sempre me incomodou demais o que me fez recusar espontaneamente diversos títulos, mas isso é uma visão ocidental da coisa.

    Mesmo com tantas criticas o mercado Hentai japonês segue positivo, assim como mangás e animes convecionais que não trazem tanto lucro como se imagina, os produtos envolvendo as marcas SIM trazem bastante lucro, bem como comparado ao hentai que vai desde jogos, travesseiros gigantes de waifus, mouse pads de peitos bundas e pintos pra ambos os sexos até ao hardcore que são as bonecas sexuais que não são de exclusividade japonesa.

    Em 2015 houve um pedido da ONU para a proibição de conteúdo Lolicons, mas o japão segue sua vida numa enorme bolha, por lei a maioridade sexual no japão é de 13 anos então o japão segue blindado culturalmente e economicamente.

    Fico na esperança de um dia surgir um episódio 3 em 1 de FPS nos consoles, abraços a todos e muito sucesso.

    Att.

    Edson Amaru

    Morte longa ao Superman.

  • Olá Amigos, eu sou a Nati. Quer dizer.. Olá retogriques!
    Eu tenho um amigo de infância e que teve um trabalho curioso na nossa adolescência. Ele era bom de Macromedia/ Adobe Director por algum motivo que eu não lembro e ele uma vez fui à casa dele pra jogar. Foi quando ele me mostrou uma série de revistas pras quais ele estava trabalhando.

    Ele fazia o menu dos cd-roms de algumas revistas. Lembro que uma delas era uma revista que tinha o título e como subtítulo, “revista de mulher pelada”, com todas essas palavras juntas e nessa ordem. Também tinha outra que tinha as porno-cacetadas do diretor Antônio Pinto dos Prazeres. E ele chegou a trabalhar pra revista Hentai e foi aí que conheci o gênero. Detalhe: ele tinha 16 anos. Porno-cacetadas e Hentai.

    Eu confesso que não sabia que existia isto, embora eu tivesse visto alguma cena escabrosa na manchete ou que já tivesse visto quadrinhos como Druuna, que eram bastante parecidos.

    Mas eu nunca gostei do gênero. Mesmo em filmes, eu posso ver o cara explodindo de maneira violenta, jogando sangue na tela e tal, mas eu não suporto ver cenas longas de sexo e pior ainda as de estupro. Como foi isso que me marcou, eu não tenho nem como sentir vontade de ver.
    Fiquei surpreso de ver a Nati como especialista no programa. Essa menina me surpreende!
    E obrigado pelos elogios, fico bem sem graça. Um abraço.

  • Cara.. um dos primeiros Hentai que eu vi foi Dragon Pink também.. Esse vídeo rolou pela escola e todo mundo fez uma cópia na época.. haheahe Mas acho que o primeiro foi A lenda do Demônio mesmo, porque era o que dava pra ver na época.. não tinha internet, o acesso a revistas era difícil (por sermos todos de menor).. antigamente era ralado o negócio.. hoje em dia, a molecada tem as coisas muito fácil kkkkk

    Abração retrogeeks!