Retrogeek Podcast #56 – Brindes, coleções e outras febres

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Tá vendo a onda do Hand Spinner? Então vem conosco relembrar outras febres, brindes e coleções que fizeram nossos pais gastarem fortunas em nossa infância. Nesse episódio descubra quem é o pai dos drones, quais eram os tipos de tazos e os milhões de brindes da Coca-cola!

Participantes do episódio:
Caio Hansen, SidãoJP Moraes, Wellington Tavares e Rafael Ramalli

 

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Arte da vitrine: Caio Hansen
Edição: JP Moraes


Um agradecimento aos nossos retropadrinhos:
Altamiro Francisco Rocha Junior
Caroline Rodrigues Serafim
Elieverson Santos
Lionel Novaes de Freitas
Jeferson de Oliveira Cardoso
Luiz Fernando Moreira de souza
Anderson da Rosa
Rafael Ramalli Da Silva
Tiago Reis
Paulo Roberto da Silva Santos
Caio Vinícius Ney
Jonas Ferreira


 


Deixe seu comentário

  • Junior Xavier

    Oh saudade do tempo que era só juntar as tampinhas/selos/figurinhas e trocar pelos brindes, nada de botar dinheiros juntos. garrafinhas da coca e seus mini engradados( que diziam as lendas ser venenoso) copo da pepsi/coca, cartoes do passatempo, figurinhas do ping pong, .
    Mini Craques… os mini craques gurmetizaram e viraram os funkos??,
    Abraços.

  • Diego Paccola Moreno

    Estava falando com meu amigo de infância e participante do cast Rafael Ramalli que por conta de parentes eu passava os natais em Foz do Iguaçu qdo criança e tive todo tipo de tranqueiras vindas do paraguai, por isso o episódio me trouxe ótimas lembranças, parabéns pelo ótimo cast!
    Lembrei no meio do episódio sobre uma coisa antiga mas que marcou tb minha geração q foram as figurinhas da gangue do lixo! Quem não tiver ouvido falar vale a pena dar um google e ver! Também tive diversas coleções qdo criança, entre elas de caixa de cigarro, selo de troca de óleo de posto de gasolina, latinhas de cerveja, entre outros! Isso é uma coisa que está se perdendo nessa geração de virtual de hoje, mas talvez seja para o bem pq acumular mta tranqueira em casa tb não é das coisas mais saudaveis né hahaha.
    Um abraço!

  • Kyrllan Nogueira

    Muito bom o episódio. Eu tenho até hoje aquele urso polar de kimono da coxa cola. Tenho as bolas da Coca Cola das olimpíadas de Atlanta. Tenho também uma caixa cheia de geloucos e gelo cósmicos, lembro que eram trocados por tampinhas de refrigerante 2 litros. Sobre o susto partes que comentaram eu lembro, era da família Adams. Os tazos do máscara enfim muita nostalgia. Não sei se alguém lembra das tampinhas de garrafa da Pepsi com os Porsches? Muito antigo.

  • Wagner Silva

    fala pessoal…. otimo cast… tenho dois comentarios sobre este assunto…. a garrafinha da cocacola..eu tomei…e me deu uma super dor de barriga rs e album de figurinha de bairro…eu tirei a figurinha premiada (domino), mas eu pensava que tinha que completar a pagina..colei a premiada…e levei um tempao..para completar a pagina rs….. cheguei na banca..e o cara…para me ajudar…recortou a figurinha do album…mas consegui pegar o tal premio.

  • Lionel Novaes de Freitas

    Fala inimigos das traças, esse episódio foi muito nostálgico mesmo. Eu colecionei e tive quase tudo citado no programa. O que me entristece é que onde trabalho sou o mais velho (tenho 32 anos e trabalho em uma agência de publicidade) e esses dias mesmo estava relembrando os estranhos álbuns que davam prêmio. Tinha muita cara de ser enganação e só dava coisa miúda, e mesmo na época suspeitando disso eu ainda colecionava, e ao contar pro pessoal do trampo, ninguém chegou a ver isso, que dureza 🙁

    Quando criança eu também era fanático por dinossauros e as coleções que mais me marcaram foram as figurinhas de dinos do Chocolate Surpresa (tenho o álbum completo até hoje), a dos ChipSauros que tinha albúm, quadrinhos e um boneco do Cheetosauro que na minha cabeça era super maneiro, mas ao pesquisar no Google a realidade partiu meu coração rs. O ápice da febre pré-jurassic park e família dinossauros, se deu com a revista Dinossauros, que toda semana trazia além da revista, uma peça tipo fóssil que no fim montava um esqueleto de T-rex que brilhava no escuro.

    Também teve a Gang Sauros da Elma Chips, e como grande fã dos desenhos da Disney, lembro com carinho do Chocolate Magic que vinha as miniaturas tipo Kinder Ovo (eu tinha do Hércules e do Corcunda de Notre Dame) e ai está algo que nunca deveria ter acabado.
    Bons tempos galera, dá licença que vou procurar umas coisas no Mercado Livre. Hooooooo

  • Fernando Ribeiro

    Saudações retrogeeks. Eu lembro de vários dos brinquedos citados. Tamagochi, minha prima tinha um, ela se amarrava.
    Aqueles tazos, lembro deles também, mas nunca cheguei a colecionar.
    Os albúns de figurinha, só completei o do Hulk baseado no filme, as figurinhas vinha num chiclete que estranhamente era laranja ao invés de verde. Eu comprava os chicletes de manhã no caminho da escola. Um dia passou uma reportagem lá no programa do João Kleber sobre os perigos de mascar chiclete de barriga vazia, dizia que ao mascar chiclete o seu cérebro pensava que o corpo estava se alimentando, e o estômago produzia suco gástrico pra digerir o alimento, como o estômago recebia apenas saliva e continuava vazio, o suco gástrico acabava por corroer as próprias paredes do estômago, levando o individuo a sofrer de uma possível ulcera. Isso deixou eu e meu irmão um pouco preocupados, pois nós só lanchava-mos as 09:00, até la era só chicletinho do Hulk. Mas é claro que não paramos de comprar o chiclete, completar o album era prioridade, nossa saúde vinha em segundo plano. É claro que nós poderiamos ficar com as figurinhas e jogar o chiclete fora, mas nunca gostamos de desperdiçar, uma vez comprado tinha que ser mascado.
    Uma outra coisa que lembro era um tipo de balão que vinha em um salgadinho, acho que se chamava “alguma coisa” mágico, cupula mágica ou balão mágico, algo do tipo. Era tipo um balão plástico que quando vc dava um tapa ele inflava por passe de mágica! Eu já cheguei a abrir um pra ver como a tal mágica funcionava, era um comprimido efervescente tipo um Sonrisal, dentro de um plástico, e um pouco de agua. Ao bater, o plástico rompia e o comprimido se misturava a agua fazendo o balão inflar.
    Fiquei muito surpreso de que vcs não mencionaram algo que aqui na minha cidade foi o brinquedo mais estourado que eu lembro: a beyblade. Falando sério, todo mundo na minha escola brincava de beyblade, digo, “beyblade”, isso pq quando o anime tava no auge as beyblades não eram vendidas nas lojas daqui, então a molecada colava tampinha de detergente Ypê com tampinha de garrafa pet, e pra lançar era com um barbante. Bastava encontrar um local afunilado pra garotada se digladiar nas batalhas de beyblade. Lembro até hoje do menino que chegou na escola com uma beyblade de verdade, com o lançador e tudo mais. Ele comprou em outra cidade, pois como já disse, na nossa cidade não tinha. Meu irmão, aquele menino foi um deus entre mortais naquele dia, foi tipo o Caio Hansen com seu General Marina. Com o tempo as beyblades chegaram as lojas, mas o hype já tinha passado, nunca vi um duelo com beyblades de verdade. Se elas tivessem chegado quando o anime tava no auge, as lojas teriam faturado bastante e a meninada teria beyblades de verdade ao invés das feitas de tampinhas.
    Vou ficando por aqui, valeu retrogeeks, abraços e continuem com o bom trabalho.

  • Karlos

    Fala galera do retrogeek bacana demais esse cast, após ouvir veio várias lembranças de brindes e brinquedos da época, uma delas era febre molamania uma simples mola de plástico colorida que ficávamos que nem bobo jogando de mão em mão, lembro também daquele brinde coca cola era umas mini bolas de diversos esportes de pano com algodão dentro e por último não era brinde mas eu fazia coleção são os carrinhos de flexão vários modelos bons tempos.

  • Tiago Ramos Melo

    Salve povo Retroacumuladores, depois de um tempo ausente, voltei pra comentar esse episódio consumista e capitalista através dos brindes e coleções que nós fazia questão (com muita dedicação e “muita birra” pra convercer os pais) de ter naquela época.

    Eu seria um cara que, apesar de ver a galera ter isso, eu não tive muito dinheiro pra gastar nesse mercado maluco, mas lembro quase todos citados aí no cast, principalmente os tazos, que mesmo comprando vários salgadinhos (e ficar de bucho cheio sem comer mais nada) eu colecionava eles, mas eu não disputava os duelos tensos que transformava a escola num verdadeiro casino ao ar livre nos horários de recreio.

    Outro foi o incrível Kinder Ovo, esse aí fiquei pirado com essa delícia, quem diria que um chocolate com brinde dentro custando apenas um golpinho (Lê-se um Real) fazia a alegria da garotada, eu não pensava no que vinha dentro, mas de qualquer jeito eu brincava demais com os brindes e sem contar a degustação do doce (e a falência dos meus pais ao gastarem com isso).

    Bem somente é isso, parabéns pelo cast e agora vou pegar meu drone movido a força do homem (mais conhecido como Pirocóptero) e voar por terras nostalgicas para relembrar coisas boas e muito divertidas em busca do brinde perfeito! #LionelHooooooooo

    PolyStation com Memory Card com história real (lá vem textão! Mas já tá grande né!) de um pequeno operador de supermecado: Quando falaram do chocolate Surpresa da Nestlè, me lembro que na páscoa eles criaram o Ovo Surpresa com as figurinhas dos dinousaros e vinha com um álbum. Para muito era algo pra relembra o passado, mas infelizmente o preço não ajudou a vender aqui no meu trabalho (estava entre 40 e 50 golpinhos), imagine o produto ficar encalhando, encalhando até ser devolvido sem ninguém querer é uma tristeza, mas infelismente com o momento que vivemos e o custo de vida mais caro, em certos momentos é bom ter mais barras de chocolate do que um ovo com um brinde hiper legal que custa 4 ou 5 vezes mais do que uma barra da mesma quantidade de chocolate.

    PlayStation 2 tretástico : Pirocóptero > Spiner (pronto, falei!)

  • Eduardo Starling

    Olá pessoal, tudo bem? Descobri o podcast tem pouco tempo e dos programas que ouvi por enquanto só alegria.

    Ótima nostalgia esse dos colecionáveis, embora eu não tenha um perfil acumulador (tive muito dessas coisas mas passei adiante). A que bateu mais saudade aqui foi a lembrança dos ioiôs da coca-cola – numa época em que não existia garrafa pet nem era tão difícil juntar aqueles plásticos das tampinhas.

    No mais, acho que só ficou de fora falar das figurinhas dos chicletes Ploc e Ping Pong. Mudavam o tema de tempos em tempos. Lembro bem das figurinhas da Copa de 90. E teve uma época em que as figurinhas eram na verdade aquelas tatuagens temporárias. Faz teeeeempo…

    Grande abraço!

  • Adilson Cts

    Olá amigos do Retroggek, beleza?
    Este foi um podcast máquina do tempo, que me fez voltar para várias épocas da minha vida, mas vou compartilhar apenas uma lembrança, para o comentário não ficar muito grande.
    Por volta de 1996, quando tinha 12 anos e era muito mais sem noção do que hoje, as balas Zung dos cavaleiros do Zodíaco eram uma grande novidade e ter os álbuns (ou pôster, como vinha escrito) cheio de figurinhas era um item de grande ostentação entre meus amigos. Certo dia havia chegado na venda o pôster 2, do Hyoga. Eu e um amigo ficamos desesperados para tê-lo antes dos outros. O comum era comprar 20 balas para o comerciante te dar o álbum, mas na hora estávamos sem dinheiro. Eu tinha lido em algum lugar que podia-se trocar 20 embalagens da bala pelo álbum no comércio. Então eu e meu amigo fizemos uma aliança e passamos a procurar por embalagens dessa bala pelo bairro, o que foi mais difícil do que pode parecer. Tanto que pegamos embalagens no chão, algumas até meio descoloridas, sujas de terra e até molhadas. Depois de perder um tempão, cheguei na vendinha no meio dos outros clientes e joguei aquele monte de embalagem no balcão, fazendo a maior sujeira! O cara da venda ficou puto e falou “Caralho moleque, não precisa disso não, era só pedir o álbum! Pegue essa porra e saia daqui! ”. Apesar do esporro, eu e meu amigo ficamos satisfeitos, e acabamos compensando o cara gastando todo nosso dinheiro nos dias seguintes para poder preencher o álbum e sair ostentando.
    Parabéns por essa habilidade de me trazer doces lembranças como esta.
    Spoiler da tirinha desta semana: Tazo.
    Obrigado por mais um ótimo programa. Até a próxima!

  • Adilson Cts

    Olá amigos do Retrogeek, beleza?
    Este foi um podcast máquina do tempo, que me fez voltar para várias épocas da minha vida, mas vou compartilhar apenas uma lembrança , para o comentário não ficar muito grande.
    Poe volta de 1996, quando eu tinha 12 anos e era muito mais sem noção do que hoje, as balas Zung dos Cavaleiros do Zodíaco eram uma grande novidade e ter os álbuns (ou poster, como vinha escrito) cheio de figurinhas era um item de grande ostentação ente meus amigos. Certo dia havia chegada na vendinha o poster 2, do Hyoga. Eu e um amigo ficamos desesperados para consegui-lo antes dos outros. O comum era comprar 20 balas para o comerciante dar um álbum, mas na hora estávamos sem dinheiro. Eu tinha lido em algum lugar que podia-se trocar 20 embalagens da bala pelo álbum no comércio. Então eu e meu amigo fizemos uma aliança e passamos a procurar por embalagens dessa bala pelo bairro, o que foi mais difícil do que pode parecer. Tanto que pegamos embalagens no chão, algumas meios descoloridas, sujas e até molhadas. Depois de perder um tempão, cheguei na vendinha no meio dos outros clientes e joguei aquele monte de embalagem no balcão, fazendo a maior sujeira! O cara da venda ficou puto e falou “Caralho moleque, não precisa disso não, era só pedir o álbum. Pegue essa porra e saia daqui!” . Apesar do esporro, eu e meu amigo ficamos satisfeitos, e acabamos compensando o dono da venda gastando todo nosso dinheiro nos dias seguintes para poder preencher o álbum e sair ostentando.
    Parabéns por essa habilidade de me trazer doces lembranças como esta.
    Spoiler da tirinha dessa semana: Tazo.
    Obrigado por mais um ótimo programa. até a próxima!