Retrogeek Podcast #48 – Sertanejo

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Chegamos a mais um episódio musical do retrogeek. Mais um que tentou ser bagaceiro e abusar da zoeira, mas nos emocionou lembrando da infância. Isso mesmo, nos reunimos pra falar de Música Sertaneja! Pra essa missão convocamos o Leandro Pereira dos podcasts Ergo e Fermata e nosso auxiliar nos episódios bagaceiros Wellington Tavares. Nesse episódio conheça todas as fases do sertanejo, descubra quem eram os Vingadores do gênero e qual cantor parece com nosso host Caio Hansen!

OUÇA A PLAYLIST QUE FIZEMOS NO SPOTIFY COM TODAS AS MÚSICAS MENCIONADAS NO CAST!

 Participantes do episódio:
Caio Hansen, SidãoJP Moraes, Leandro Pereira e Wellington Tavares.

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Ouça outros episódios da série:
Retrogeek Podcast #25 – Pagode 90
Retrogeek Podcast #33 – Axé Music

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Arte da vitrine: Caio Hansen
Edição: JP Moraes

 

Um agradecimento aos nossos retropadrinhos:
Caroline Rodrigues Serafim
Lionel Novaes de Freitas
Jeferson de Oliveira Cardoso
Luiz Fernando Moreira de souza
Anderson da Rosa
Rafael Ramalli Da Silva
Edmarcos Souza

Tiago Reis
Paulo Roberto da Silva Santos
Caio Vinícius Ney
Jonas Ferreira

 

Citados no podcast:
[EM BREVE]

 


Deixe seu comentário

  • Lionel Novaes de Freitas

    Fala “Retogreeks” tudo na boa? Putz, mais um daqueles programas “tapa na cara e escuta” que já virou marca registrada do Retrogeek. Assim como os outros programas musicais, admito que eu não procuro ouvir sertanejo, e ainda torço o nariz para a onda “universitária”‘ mas aceito que o gênero esta muito presente na minha memória e conheço e sei de cor todas as que tocaram: explico, desde criança, sábado e domingo nos anos 90 era só sertanejo. Na saudosa macarronada na casa da vó no domingo, era sertanejo em volume estratosférico. Deve ser por isso que tenho todas as letras marcadas com ferro em brasa na cachola. Rolou até um suor masculino nos olhos ao lembrar de que hoje nao acharia ruim ter a chance de ouvir um discão sertanejo com ela, mas isso infelizmente fica só na imaginação. Valeu mais uma vez amigos, hooooooooo

  • Raphael Rosati

    Mesmo eu não gostando nada de sertanejo, dei boas risadas e a nostalgia bateu forte por aqui.

  • Maria Ana

    Olá. Ainda nem terminei o episódio e já caiu alguns ciscos nos meus olhos..rs. Digamos que Sertanejo não está na minha preferência musical, mas ao ouvir lembrei de cada letra. Lembrou muito a minha infância, pois painho ouvia muito rádio e aqui só dava sertanejo (o verdadeiro e não essa bobagem de hoje) e Luiz Gonzaga.
    Minhas preferidas são Luar do Sertão, Menino da Porteira e Ando Devagar.
    Ah, esqueci de dizer que é a primeira vez que escuto o Retrogeek e amei esse cast.
    Até os próximos.

  • OLucasConrado

    Nossa, que nostalgia que esse episódio me trouxe. Várias e várias viagens de carro de São Paulo até o interior de Minas com meus pais ouvindo Leandro e Leonardo, Chitãozinho e Xororó, Rionegro e Solimões…

    Vocês sabem quem é o artista que mais vendeu discos no Brasil? Roberto Carlos? Não mesmo! É a dupla Tonico e Tinoco! Eles venderam 150 milhões de discos! Procês terem ideia, eles estão no mesmo patamar do U2, Aerosmith e Steve Wonder. Venderam mais discos que David Bowie, Bee Gees, Metallica e Guns N’ Roses!

    Sobre Evidências fazer tanto sucesso hoje, eu tenho uma teoria: Não vivemos a fase de maior sucesso do Chitãozinho e Xororó, mas crescemos. E agora começamos a sofrer de amor e a apreciar música boa pra caramba. Por isso estamos ouvindo Chitãozinho e Xororó. Sobre sertanejo de sofrência, Leandro e Leonardo me lembrou minha primeira paixão correspondida na infância, uma goiana que conheci nas férias lá em São Paulo. Não sabia se a veria de novo e ouvia “Não Aprendi Dizer Adeus” lembrando dela… Também ouvia muito “Rumo a Goiânia”, do Leandro e Leonardo nessa época.

    Sobre o sertanejo universitário, é mais ou menos o que vocês falaram. O estilo se popularizou ali em meados de 2004, 2005, encabeçado por Victor e Léo e César Menotti e Fabiano. Nessa época, também surgiram Paula Fernandes, Guilherme e Santiago, Edson e Hudson e tal. Era um sertanejo mais romântico ou regravação de músicas clássicas com bateria forte, guitarra elétrica, teclado e tal. Depois veio a fase dos caras bonitinhos, tipo Luan Santana, Michel Teló, Gusttavo Lima… Nessa época ainda veio o Sertanejo Ostentação, falando sobre festas, carros, mulheres e bebedeira (apesar de sempre ter existido, vide Pinga Ni Mim). Agora estamos na onda do femnejo.

    O programa ficou bem legal. No meio, tive que parar pra ouvir Evidências (inclusive recomendo que procurem os vídeos dos 40 anos do Chitãozinho e Xororó!

    Termino o comentário deixando a foto que tirei com o César Menotti, quando ele fez check in na firma, lá no aeroporto do Galeão! Vozeirão da porra e gente boa demais! https://www.instagram.com/p/BUQWfUJAR96/

    Lucas Conrado
    28 anos
    Agente de check in
    Mineiro exilado no Rio de Janeiro

  • Robinh_u

    Olá Retrosnejos é a 1ª vez que comento aqui e espero voltar outras vezes. Acho que j ouvi todos os outros episódios do Retrogeek, e nenhum me fez rir tanto e cantar junto com vocês como esse, não que seja meu estilo musical preferido.
    Em certo momento uma música me lembrou um dos acontecimentos mais vergonhoso de minha vida, quando inventei de fazer uma serenata para uma garota da minha sala. Eu tinha de 10 para 11 anos, aprendendo a tocar violão, resolvi ir até a casa dela e comecei a canta a seguinte musica….
    (favor cantar o trecho para dar mais emoção)
    …Tranquei a porta do meu peito
    Depois joguei a chave fora
    E bem depressa eu mandei
    A solidão embora….
    Ai vocês devem imaginar, além de ouvir uma grande gargalhada da até então “mulher da minha vida”, fui perseguido por 3 quarteirões pelo Doberman de estimação do irmão dela.
    Bom obrigado por despertar essa maravilhosa lembrança amorosa.
    Parabéns pelo podcast e abraços!

  • Evandro F.

    Venho por meio desse repudiar o pouco caso com Bruno e Marrone. Esses GÊNIOS da música sertaneja. Esqueceram de falar de “Vida Vazia”.

  • Tiago Ramos Melo

    Salve povo retrocaipira pira nossa do retrogeek, um cast pra lá de baum sô sobre um dos ritmos mais populares da nossa terra que retrata o povo bem calmo, tranquilo e trabalhador que é o sertanejo.

    Começo o comentário com uma pequena história, meus pais são do nordeste (sendo mais direto, cearenses) onde a predominância é claro pelo forró mais pé-de-serra naquela época, quando foram pra capital paulista (pra quem não sabe, sou natural de São Paulo e estou há 5 anos na capital cearense, Fortaleza) tentar a sorte na vida, eles sentiam muita saudade da terra natal deles, e para matar a saudade, além de escutar muitos clássicos da terra e misturando vários ritmos e aí com isso descobriram e desbravaram muito o ritmo sertanejo.

    A partir daí, foi um sucesso atrás do outro, me lembro nos finais de semana, meu pai pegava os LP’s (muito melhores que MP3 e CD da vida atual) de grandes duplas sertanejas como Leandro & Leonardo e Chitãozinho e Xororó, ouvindo e todo mundo em casa apreciando e gostando do ritmo, sem contar outras figuras como Roberta Miranda, Milionário e José Rico e outros, até que um tempo, um tio meu também foi funilando o segmento, trazendo Rio Negro e Solimões, Rick & Renner, Zézé di Camargo e Luciano e por aí vai. Apesar que sempre gostei mais do sertanejo mais antigo, mais por volta do final da década de 80 e começo dos 90 onde teve seu BOOM de verdade com o jeito mais romântico, metalizado (introduzindo guitarra, teclado, intrumentos de sopros….até de harpas e sanfonas e pegando um ritmo mais latino) e ficando mais popular através de grandes programas como o gigante “Sabadão Sertanejo” com o Gugu(que era Viva a Noite e depois virando Sabadaço, SBT fazendo escola de programas com o mesmo nome com segmentos diferentes em cada fase, obrigado Sílvio por essa experiência), e o Especial Sertanejo da Record apresentado pelo Marcelo Costa.

    Bem, somente é isso, se me aprofundasse em músicas eu ficaria com as mão mais inchados do que estão agora por causa do “chico cunha” que estou tendo com mais de um mês, seria uma lista sem fim e com loopings intermináveis e ficando cantarolando e chorando muito (a não chegar a ponto a ser um emo). Parabéns mesmo pelo cast musical de sofrência onde só faltou uma dose de curió, uma mesa de bar, pestiscos e um celular com créditos pra começar a desgraça amorosa, sucesso pra todos e vamos em busca da dupla nostalgica perfeita.

    PolyStation 1: Parabéns pelo Léo Pereira pelo momentos clássicos de cantoria e se tornar um verdadeiro cover do Xororó alcançando altos timbres que não sei como o editor aguentou ouvir (parabéns mesmo pra ele por aguentar e pesquisar).

    PolyStation 2 plus: Pena que esses cast musicais são bem curtos as conversas, etendo muito por ser trabalhoso e falar de tantas coisas pra ficar bem legal, mas bem que poderia se transformar naqueles coletâneas de sucessos tendo vol. 2,3,4, plus, deluxe, master gold e falando mais pois só pra matar a saudade e ficar mais descontraído depois de cast com grandes temas. (e claro, o povo cantando e mostrando quem vai disputar o The Voice nos próximos anos)

    PolyStation 3 slim: Com certeza foi um cast pra todos terem vergonha (ou será que não) mas ficaram rindo sem parar com as músicas e falar que como antigamente fazia musica boa.

    PolyStation 4 Xtreme: Lionel IIIIIIIIIIIHHHHHHHAAAAAAAAAAA!!!!!!

    Tiago Ramos Melo, 30 anos, Operador de caixa, paulista/paulistano exilado em Fortaleza/CE (“pegando a pegada” do Conrado, pois nunca me identifiquei e falando de onde moro)

  • Essa música de encerramento? Qual é…

  • Evidências – Chitãozinho & Xororó + Fresno

  • Karlos

    faltou Edson e Hudson !