Retrogeek Podcast #31 – Jogando videogame fora de casa

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Que tal um episódio mais descontraído, relembrando como era jogar videogame fora de casa? Fliperamas, locadoras, lan houses… Como você jogava? Esse episódio é um crossover gigante com os caras do Super Game Brothers e do Plataforma Cast, ambos do portal Plataforma Geek e é uma ação do Coletivo Alta Frequência que busca estimular uma interação maior entre podcasts pra estimula ressa mídia que tanto amamos.

Participantes do episódio:
Caio Hansen, Sidão, JP Moraes, Anderson e Japa Furioso do Super Game Brothers e Nissin e Berg’s do Plataforma Cast

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Arte da vitrine: Caio Hansen
Edição: JP Moraes

Citados no episódio:
Fliperama de Boteco
Fliperama de Shopping
Fliperama de Bairro
Pinball Terminator 2
The Simpsons Arcade Game
Tekken Tag Tournament (Arcade Version)
Máquina de pegar Ursos de Pelúcia
Pinball Star Wars

Máquina de Dança (Pumped It Up)
Máquina de Dança (Dance Dance Revolution)
Daytona USA

Cruis’n USA
Time Crisis
Locadora de Videogame
Campeonato de Winning Eleven
Lan House
Mu Online
Gunbound
Ragnarok
Tíbia
Comercial Carro
Worms
Cs 1.6
Carmem Sandiego
Heroes of Might and Magic

 


Deixe seu comentário

  • Lionel Novaes de Freitas

    Fala galera, olha eu aqui de novo, e dando um combo. Foi muito bom relembrar os The King of Fighters da vida, principalmente o 97 com Orochi e compania que foi o que mais joguei. De fato a SNK era uma produtora muito foda, mas frequentemente seus games ficavam em segundo plano no mundo dos games. Meus favoritos sempre foram Metal Slug e Samurai Shodown 4. Já o episódio # 31 foi engraçado, me lembrei de vários assassinatos de aula pra ir jogar Pokemon Stadium na locadora. Já fliperama, rapaz, me lembro que poderia aprontar qualquer coisa, menos ir num arcade, minha mãe e a dos meus amigos nos proibiam, pois o lugar tinha fama de abrigar marginais da mais baixa espécie e da mais alta periculosidade. A que tinha na minha cidade, realmente era nesse nível, e até uma névoa de fumaça permeava o teto do lugar. Hoje entendo perfeitamente a preocupação dos meus pais, e fato, só fui jogar em arcades depois de mais velho, já dentro de um shopping. Valeu Retrogeeks, salvaram mais algumas boas lembranças.

  • Rodrigo De Sousa

    gosto muito do trabalho de vocês, estão cada vez melhor, apesar de ter ficado profundamente triste e desapontado por vocês serem esquerdistas… espero que não façam proselitismo disso como outros e invistam no conteúdo. ah, sobre o cast dos patos, Lamentei não ver falarem dos super patos da Disney.
    abraço e boa sorte

  • Jonas Ferreira

    Fala galera, ótimo podcast. Me fez lembrar de quando ia pra casas dos trutas pra jogar “wing eleven”, RE 2: Muita comida, muito barulho e pouco sono… Muito bom mesmo! Parabéns!

  • Tiago Ramos Melo

    Fala povo retrô, quando não tinha videogame sempre foi a opção (até mais cara, pois nem sei quanto gastei de tanta ficha que jogava, olha que foi no “sistema” dos trocos) pra querer jogar algo. Eu morava numa rua sem saída e na esquina da entrada tinha dois bares e ambos tinham fliperamas, claro que ambiente é mais para adultos (lembro que tinha cinzeiros nas cabines) do que menores de idades, mas depois das aulas aquilo enchia de pivetes e aborrecentes pra jogar, me lembro que o primeiro fliperama foi o Out Run, numa cabine bem vagabunda de madeira, banco duro e marcha que mal saía direito (até falei isso no cast dos jogos de corrida), depois foram outros como SunsetRiders (com a cabine pra 4 jogadores, o troço era grande ocupava quase o setor das máquinas), Areo Fighters (ou sonic wings no japonês), Super Sidekicks e claro os jogos porradeiros Street Fighter, Mortal Kombat (o épico primeiro jogo da saga que adorava), Cadillacs and Dinoussaurs, Final Fight e claro KOF.

    Depois disso eu evoluí (como todo digimon), cansei de ficar em pé e me “drogar” com bitucas de cigarros (de vez em quando não aguentava o cheiro do ambiente), fui para as locadoras. Ambiente mais calmo e agora jogando os consoles da época (super nes, mega, ps1, 64 e até o 3DO joguei), até tinha um videogame, mas como comparar um master ou N64 para um ps1 ou super nes é literalmente dar uma facada no nanico, fui pra jogar outros jogos e claro por incentivos dos amigos que juntava pra fazer aquela “maratona” de 3 horas ou mais na televisão. Me lembro que na mesma locadora era o local onde alugava meus jogos, sempre no fim de semana pegava um jogo, mas durante a semana era pra ficar lá pelo menos uma hora pra saciar meu “vício” por jogos e saber por dentro das novidades.

    Finalizando e não menos importante, indo para as lan-houses da vida já estava numa época que não pensava em jogar muito como era criança. Conheci um local que era chamado como “Porão”, bem era mais uma garagem com vários computadores modelo branco (aqueles maravilhosos kits onde tudo é branco e com o tempo fica preto de tanto uso) com headset de operador de telemarketing , alguns com mouse de bolinha (sorte quem pegava a de laser)e aquele windows XP maroto rodando jogos como CS, WoW, Tíbia e outros. Era o point da molecada e claro fui na onda, até por causa da moda do CS que comecei, era muito ruim (pontaria de vesgo mesmo, atirava mais errado do que dar um head shot) e depois fiquei mais pra ficar nos bate-papos da vida e tentar algo na vida real do que o pessoal ganhar horas a mais pra ficar entre os 10 melhores do ranking do CS e upando seus personagens no Ragnarok (deu pra perceber que não sou muito fã de RPG).

    Enfim (tá bom de texto por hoje né? Poderia ser pior) por esse episódio é isso, adorei a participação dos convidados e a conversa fluíndo na boa lembrando das boas coisas de fora de casa, é uma pena que agora tá mais difícil sair de casa e com a facilidade da tecnologia a gente prefere ficar mais em casa vendo maratonas de séries do que ir pra algum canto. Sucesso pra todos vamos em busca da nostalgia extrema!!!

  • Hamilton Kabuna, morador de Piabetá/Magé, Baixada Fluminese, RJ. 37 anos. Atualmente, sofrendo para zerar ‘Metroid Prime’ do GBA.

    Pessoal, episódio fantástico!! E achei mega curioso como as histórias são as mesmas de quem frequentou fliperama, locadoras etc. Matar aula, mães buscando no fliperama, os botecos, os caras que colocavam contra etc etc. Eu me diverti muito ouvindo vcs e lembrando a minha infância e adolescência em fliperamas.

    A minha lembrança em jogar fora de casa foi com fliper mesmo. Aqui em Piabetá, tinha muito fliperamas e botecos com flipers e o mais incrível é que as máquinas raramente repetiam. Mas acho que o supra-sumo da parada foi uma locadora que alugava cartucho para videogames (incluindo Game Boy e Game Gear!), tinha videogames para jogar no local (foi nessa locadora que conheci Final Fantasy do Super Nes) e, tempos depois, os donos organizaram tudo e colocaram um fliperama lá dentro, com ‘The King’ (KOF) 96, Fatal Fuy Special e, se não me engano, Mortal Kombat 02, que era uma máquina de fliperama com um Super Nintendo dentro, mas funcionava como um fliper comum. uma ficha = uma partida até onde dava.

    Adorei o episódio e já compartilhado pessoal!

    Abraços!

  • E ai, Retropeople. Então, tenho o Kalango Atômico. O podcast do cerrado brasileiro (Distrito Federal). Mas que fique claro que estou divulgando porque vocês me incentivaram. Abraço.

    http://kalangoatomico.com.br/

  • Amo vcs !